quarta-feira, 12 de junho de 2013

POR UMA ALTÔNIA MAIS LIMPA.


POR UMA ALTÔNIA MAIS LIMPA. 

É com grande alegria que anuncio em primeira mão a instalação de novos cestos para coleta de resíduos na nossa cidade. As primeiras 25 “lixeiras” estarão disponíveis a partir do dia 12/06 de 2013. É um imenso orgulho fazer parte desse momento, junto com o Coletivo Educador de Altônia, apoiado pelo Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros, um programa do Cultivando Água Boa, da Itaipu Binacional, em parceria com a Prefeitura Municipal de Altônia.
Aproveitem. Cidade limpa, população feliz!

A instalação das lixeiras em pontos estratégicos de nossa cidade é uma das ações do Projeto “Gestão de Resíduos: Um desafio e um compromisso para a sustentabilidade" é um projeto do Coletivo Educador Ambiental do município de Altônia FEA (Formação de educadores (as) ambientais que atuam em Altônia em conjunto com os vinte nove municípios da Bacia do Paraná 3 do Programa Cultivando Água boa da Itaipu Binacional adquirido com recursos do CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO DOS MUNICIPIOS LINDEIROS AO LAGO DE ITAIPU e tem como prioridade a preservação ambiental.
Esperamos que as pessoas tenham um novo olhar para as questões ambientais, depositando seus resíduos (lixo) no lugar correto, agindo localmente e pensando num todo. As instalações de lixeiras em pontos estratégicos da cidade serão uma das ações que deverão contribuir para a transformação social da população e a cidade será mais limpa, bonita e preservada.






sexta-feira, 31 de maio de 2013

ENTREVISTA: ALTÔNIA NA 1ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE

Meio Ambiente

Foz do Iguaçu vai sediar 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente

28/05/2013 17:42


Foz do Iguaçu sediará a 1ª Conferência Municipal de Meio Ambiente do ano, no dia 7 de junho. A informação foi anunciada nesta terça-feira (28), durante a quarta rodada do curso de metodologia para conferências municipais de meio ambiente, promovido pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos. Foz também foi escolhida como sede da Conferência Estadual de Meio Ambiente, que acontece entre os dias 5 e 6 de setembro.

Neste ano, as conferências terão como tema os resíduos sólidos. "Nossa meta é qualificar o poder público, setor privado, sociedade civil organizada e cooperativas de catadores de materiais recicláveis para reduzir a geração de resíduos e reconhecê-los como um bem econômico e de valor social, gerador de trabalho e renda”, declarou o secretário Luiz Eduardo Cheida. As conferências de meio ambiente devem contribuir para a implementação da Lei 12.305/2010, que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos.

PARTICIPAÇÃO - O curso desta terça-feira, realizado na cidade de Santa Helena, contou com a participação de quase 200 agentes municipais, que representaram 36 municípios da região oeste, além do presidente do Conselho de Desenvolvimento dos Municípios Lindeiros ao Lago de Itaipu e prefeito de Santa Helena, Jurcelei Sotoriva, e do superintendente de gestão ambiental da Itaipu Binacional, Jair Kotz.

Kotz destacou a importância da ação. "Somos parceiros do Governo do Estado no auxílio aos 29 municípios da bacia hidrográfica Paraná 3 no gerenciamento dos resíduos sólidos, especialmente em projetos que incentivam a coleta seletiva. Este encontro é importante para alinharmos os trabalhos e reforçarmos o nosso papel". Os municípios que fazem parte da bacia hidrográfica Paraná 3 têm mais de mil habitantes.

"A reunião de todos esses agentes de alto nível de conhecimento que estão diretamente ligados à área de resíduos sólidos em suas cidades é muita produtiva: tem a função de agregar responsabilidade e fazer chegar as nossas demandas e as ricas sugestões da nossa região às conferências estadual e nacional", enfatizou o prefeito Jurcelei Sotoriva.

Os agentes locais foram capacitados para que as conferências municipais possam levantar as demandas de cada cidade relacionadas à gestão dos resíduos sólidos urbanos e rurais. As conferências terão quatro eixos principais de discussão: produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais, criação de emprego e renda e educação ambiental.

Além de Maringá, o curso de metodologia para as conferências municipais foi realizado em Guarapuava, Londrina e Ponta Grossa. O curso em Santa Helena seria a última edição, mas um encontro extra está programado para a segunda semana de junho. "Resolvemos abrir mais uma oportunidade para quem ainda não participou da capacitação e um reforço para aqueles que quiserem participar pela segunda vez", explica o coordenador de resíduos sólidos da Secretaria do Meio Ambiente, Laerty Dudas.

CONTRIBUIÇÕES - Janete Silva Hackl, gestora de educação ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Altônia, falou que a principal contribuição do curso de metodologia é o alinhamento de ações para reduzir os impactos ambientais e diminuir os níveis de consumo. "Repassarmos essas informações de forma uniformizada aos nossos municípios é uma oportunidade única para que a nossa região, unida e participativa, olhe com carinho e cuidado para um meio ambiente cada vez mais equilibrado".

Em Altônia fica o Parque Nacional de Ilha Grande, que encampa todas as ilhas e ilhotas desde o Reservatório de Itaipu e a foz do Rio Piquiri até a foz dos rios Amambai e Ivaí, no Rio Paraná. 


Roseli Bartuze, que representou a Secretaria de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu no curso de metodologia, definiu o evento como um exercício de busca pelos melhores métodos e assuntos a serem abordados na conferência. "Já temos o nosso regimento, o chamamento e o decreto da comissão organizadora. Com este curso, vamos para o próximo passo, que é adaptar o nosso planejamento à metodologia correta. Esta capacitação teve a função de trazer à tona a reflexão entre os nossos problemas locais e os globais".

Mesmo com o Plano de Saneamento e o Plano Municipal de Resíduos aprovados, Foz do Iguaçu enfrenta desafios na área. "O mais importante é conquistarmos o envolvimento de todos os setores da sociedade, uma vez que a educação ambiental é o tema norteador da mudança de comportamento que tanto almejamos, que passa desde diminuir o consumo até profissionalizar nossos quase mil catadores de materiais recicláveis", aponta Roseli.

Antes da Conferência Estadual de Meio Ambiente, ainda acontecem cinco etapas de conferências macrorregionais, de 1º de julho a 02 de agosto. A 4ª Conferência Nacional será realizada no mês de outubro, em Brasília.

Saiba mais sobre o trabalho do governo do Estado em: http:///www.facebook.com/governoprwww.pr.gov.br

quarta-feira, 22 de maio de 2013

DIA INTERNACIONAL DA BIODIVERSIDADE ALERTANDO SOBRE ÁGUA

ONU marca o Dia Internacional da Biodiversidade alertando sobre água

Por Mônica Villela Grayley, da Rádio ONU em Nova York
As Nações Unidas comemoram, neste 22 de maio, o Dia Internacional da Biodiversidade, lançando um alerta sobre a situação da demanda futura pela água. Em mensagem, o Secretário-Geral lembrou do tema deste ano: Água e Biodiversidade ao dizer que apesar da abundância do recurso, o planeta Terra conta apenas com uma pequena quantidade de água fresca.
Muitos Países
Em várias partes do mundo, a demanda por água ultrapassa o fornecimento, e a qualidade do recurso ainda é um problema em muitos países. Ban lembrou que a biodiversidade e o ecossistema são fundamentais no alcance de uma visão de um mundo com água para todos. Ele citou ainda o papel das florestas que ajudam a regular a erosão do solo e proteger a qualidade e o fornecimento de água.
Quantidade e Qualidade
Para promover mais proteção, a Convenção sobre Diversidade Biológica emitiu um plano estratégico que vai até 2020 sobre o tema.
O Secretário-Geral da ONU lembrou os compromissos firmados durante a Rio + 20, no Rio de Janeiro, sobre a necessidade de se manter a quantidade e a qualidade da água em programas de governo.
Ele pediu aos países que ainda não ratificaram o Protocolo de Nagoia de acesso a recursos genéticos que o façam.
O tema do Dia Internacional da Biodiversidade foi escolhido para marcar o Ano Internacional de Cooperação da Água, comemorado durante todo 2013.



Vamos evitar desperdícios e ajudar a manter a quantidade e a qualidade da água nossa de cada dia!
Um abraço,
Janete

quarta-feira, 15 de maio de 2013

MAIOR RIQUEZA E MENOS LIXO


Transformar lixo em riqueza depende primeiro do fabricante, diz professor da USP

Por Ricardo Abramovay
O principal instrumento que permitiu aos países desenvolvidos ampliar de maneira significativa a reciclagem de resíduos sólidos, desde o início do milênio, é a responsabilidade ampliada do produtor (Extended Producer Responsibility, na expressão em inglês). Relatório recém-publicado pela agência ambiental europeia mostra que a quantidade de lixo incinerada ou mandada para aterros reduziu e que a reciclagem, no continente, passou de 23% a 35% dos resíduos, entre 2001 e 2010, um aumento muito considerável.
Mais que isso: a Alemanha vem conseguindo descasar a produção de riqueza da geração de lixo. Relatório do Bifa Environmental Institute mostra que, entre 2000 e 2008 (portanto, antes da crise), o PIB, em termos reais, cresceu quase dez por cento, e o volume de lixo caiu nada menos que 15%. A intensidade em lixo da vida econômica, medida decisiva para avaliar a qualidade da relação que uma sociedade mantém com seus recursos ecossistêmicos, declina mais de 22%.
Maior riqueza e menos lixo: como isso é possível?
A responsabilidade ampliada do produtor ajuda a responder essa pergunta. O conceito, que hoje se encontra no âmago das políticas europeias e é adotado também em vários Estados norte-americanos, foi usado pela primeira vez em 1990 pelo pesquisador Thomas Lindhqvist num relatório para o Ministério do Meio Ambiente da Suécia. Vale a pena citar sua própria definição: "A responsabilidade ampliada do produtor é uma estratégia de proteção ambiental para alcançar o objetivo de reduzir o impacto ambiental de um produto tornando seu fabricante responsável pelo conjunto do ciclo de vida do produto e, especialmente, por sua coleta, sua reciclagem e sua disposição final".
É claro que, para que isso ocorra, o consumidor tem que fazer uma separação correta, os comerciantes devem possuir dispositivos onde alguns resíduos serão colocados, e o governo precisa organizar a coleta nos domicílios. Mas é ilusão imaginar que o avanço europeu recente na redução do lixo e na elevação da taxa de reciclagem seja apenas devido ao nível educacional da população e à eficiência das prefeituras.
O fundamental, e que em última análise responde pelos bons resultados europeus, é a responsabilidade do fabricante pelo conjunto do ciclo de vida do produto. No caso francês, por exemplo, já existem 19 cadeias produtivas em que vigora um ecoimposto que contribui para financiar os sistemas municipais de coleta e reciclagem. Quem produz o detrito paga antecipadamente (e cobra de seu consumidor, é claro) por dar-lhe a destinação correta. Acaba de ser aprovada uma lei segundo a qual quem compra uma cadeira paga 0,20 euros por sua reciclagem futura e 4 euros para que um colchão não acabe na rua ou num rio. É uma prática contrária à que marcou o crescimento econômico do século 20.
Na prática corrente até aqui, a vida econômica se organiza de maneira linear, a partir do procedimento "pega-produz-consome-joga". Os produtos vão do berço à sepultura e, para fazer novos produtos, recorre-se novamente a matérias-primas virgens, que alimentam processos produtivos, cujos resultados são consumidos e, em seguida, jogados fora. O problema é que não existe esse "fora".
A escassez e o encarecimento das matérias-primas, as possibilidades cada vez mais limitadas de encontrar espaços para aterros e os custos exorbitantes da incineração abrem caminho a que os agentes econômicos passem a tratar como fonte de riqueza os materiais até então destinados ao lixo. Relatório recente da Fundação Macarthur fala em economia circular, em oposição à economia linear do "pega-produz-consome-joga": a economia circular é aquela em que parte crescente dos resíduos é usada como insumo na fabricação de novos produtos.
Numa economia circular, a própria concepção do produto, seu design, já incorpora e amplia as possibilidades de recuperação e reutilização dos materiais nele contidos. Isso revoluciona, por exemplo, a maneira como são fabricados bens eletrônicos, cujas ligas devem prever recuperação e manuseio fácil, sem o que o destino de materiais, muitas vezes raros e preciosos, acabará sendo o lixo e, pior, o lixo tóxico, já que a separação dos componentes é muito difícil. Existindo responsabilidade ampliada do produtor, o fabricante exigirá de seus engenheiros um produto que, contrariamente ao que ocorre hoje, facilite o trabalho da reciclagem e, preferencialmente, o reuso da maior parte daquilo que o integra.
O trabalho da Fundação Macarthur mostra que, na Grã-Bretanha, a substituição de garrafas descartáveis de cerveja pela velha prática do depósito de vasilhame permitiria, por exemplo, a redução de 20% do custo total do produto. Onze Estados norte-americanos já adotaram leis que obrigam a volta dessa prática. O consumo de cerveja "one-way", por exemplo, pode ser mais confortável, mas, se o seu custo real estiver incorporado ao produto, caberá ao consumidor saber se deseja, de fato, pagar por ele.
São exemplos importantes e que oferecem lições valiosas, neste momento em que, no Brasil, se estabelecem os acordos setoriais que vão dar vida para a nossa Política Nacional de Resíduos Sólidos. Acabar com os lixões, melhorar a situação dos catadores e ampliar seu papel no interior da política são objetivos decisivos. Mas a capacidade de a PNRS diminuir a produção de lixo e ampliar a reciclagem depende, antes de tudo, de mecanismos que estimulem os fabricantes a usar menos materiais, menos energia e propiciar à sociedade maiores oportunidades de transformar lixo em riqueza. É fundamental então que fique claramente esclarecida sua responsabilidade pelos resíduos ligados aos produtos que colocam no mercado.
Ricardo abramovay, professor titular da FEA e do IRI/USP, pesquisador do CNPq e da Fapesp, é autor de "Muito Além da Economia Verde", ed. Planeta Sustentável.
twitter: @abramovay
e-mail: abramov@usp.br

domingo, 5 de maio de 2013

COLETA SOLIDÁRIA E RECICLAGEM




Tentar resolver esta questão não depende só dos órgãos municipais, estaduais e federais. Cada município precisa ter seu Plano de gerenciamento de Resíduos Sólidos, mas o mais importante é o papel de cada cidadão que tem a obrigação de cuidar, separar e destinar corretamente o lixo separando os resíduos secos recicláveis dos não secos que são os orgânicos. Isto é essencial para o desenvolvimento sustentável.
A Itaipu Binacional através do Programa Coleta Solidária que acompanha os catadores de Altônia reuniu-se no mês de fevereiro com os mesmos para um diagnóstico da situação da coleta de resíduos sólidos no município.
A reunião foi um momento de apontarem seus problemas, soluções e sonhos.
Um dos problemas que mais dificulta o empenho dos catadores é a desmotivação em relação aos baixos preços, os clandestinos que coletam e armazenam em fundo de quintais e a má separação dos resíduos.
Se cada um separasse corretamente os resíduos e entregasse para a coleta nos dias corretos, respeitando o calendário as coisas poderiam ser melhores para os catadores e para a própria população.
Você já parou para pensar no custo de um aterro sanitário? Custa muito caro para os cofres públicos e quem paga somos nós.
Se continuarmos cometendo erros, não cuidando dos nossos resíduos os recursos naturais estarão cada vez mais escassos.
Separe corretamente: garrafas, plásticos, vidros, metais, papéis e tudo que pode ser reaproveitado e entregue aos coletores de materiais recicláveis e os restos de comidas, cascas de frutas, legumes e verduras faça a compostagem. Coloque os papéis do banheiro, guardanapos de papel separados.
Se cada um fizer a sua parte tudo ficará mais fácil. A economia é certa!
Vamos cooperar com os catadores, manter a nossa cidade mais limpa e um ambiente mais agradável e saudável.
Para isso estaremos instalando lixeiras em alguns pontos da nossa cidade e pedimos a todos que as utilizem corretamente e que zelem por este patrimônio público adquirido com projeto feito pelo Coletivo educador Ambiental de Altônia através do Conselho dos municípios Lindeiros do Programa Cultivando água Boa da Itaipu Binacional e da prefeitura municipal de Altônia que faz parte deste programa integrando 29 municípios da BP3.
Também distribuiremos folders informando os dias da coleta e pedimos a colaboração da população que cooperem com as pessoas que precisam destes resíduos (lixo reciclável) para sobreviverem.

Um abraço da professora, educadora e gestora de educação ambiental,
Janete